Plano de Aula:

Lição 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor.

Lição 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor.

Subsídio exegético: Cleiton Medeiros.

Lição 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor.

Subsídio: Professor Érick Freire.

Lição 5 - As Virtudes dos Salvos em Cristo

Plano de Aula: Professor Érick Freire.

Lição 5 - As Virtudes dos Salvos em Cristo

Subsídio: Professor Érick Freire - Parte II

Lição 5 - As Virtudes dos Salvos em Cristo

Subsídio: Professor Érick Freire - Parte I

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Programa EBD Brasil

Todos os sábados (21:30 às 23:00) Tema do próximo programa: As Virtudes dos Salvos em Cristo.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Lição 1 - O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito. Subsídio: Professor Érick Freire.

A soberana vontade de Deus e a escravidão de Israel

Queridos, Graça e paz. Quanto tempo! Há quase cinco meses não escrevia para a EBD, mas hoje voltei e com um subsídio que, espero eu, ajude-os:

A soberana vontade de Deus e a escravidão de Israel.

Para entendermos o processo de cativeiro de Israel e de seu êxodo do Egito é importante que tenhamos em mente o processo histórico deste cativeiro. Para isso precisamos relembrar a história de José compactamente. Primeiro ponto importante é entendermos o sonho dos feixes e o sonho da lua, sol e estrelas. Em resumo, todos os familiares de José se curvariam a ele num futuro próximo.
Alguns cristãos desinformados rotulam a venda de José só como maldade humana, mas na realidade o que estava ali era a soberania de Deus e o único a entender isso foi o próprio José (Gn 45:5,6). Tudo foi minuciosamente planejado por Deus e revelado ao seu servo. O sofrimento de José foi necessário para salvar toda uma nação que, por hora, não passava de setenta pessoas. Se José não fora preso, tanto a população egípcia como boa parte dos países africanos e árabes não existiriam nos nossos dias para contar a história. A população de Israel teria sido varrida do mapa e Deus não seria verdadeiro, pois a promessa feita a Abraão foi fazer de sua descendência uma grande nação e isto se cumpriria em Jacó (Israel).
Então subiu ao trono do Egito um novo rei, que nada sabia sobre José”. (Êxodo 1:8) Agora começaria mais um sofrimento para o benefício, o povo de Israel estaria sob o jugo da escravidão. O novo líder do Egito nem atentava para o fato de que foi um ascendente daquele povo que os salvou da morte e da exterminação. O que o preocupou? A multiplicação do povo. Israel já possuía mais de um milhão de pessoas em quatrocentos anos teve um crescimento exponencial, crescimento geométrico, isto espantava a liderança egípcia que resolveu escravizá-los. Não de imediato, mas aos poucos. Porque primeiro aumentaram os impostos só para aquele povo já que ocupavam tanto a terra e consumiam tanto dos produtos daquele lugar. Segundo com os altos impostos os israelitas passaram a se endividar com o governo egípcio o que acarretou dívidas tão astronômicas que tiveram de trabalhar de graça para o governo egípcio! Não pense que já no deserto o povo queria voltar para o Egito porque eram ruins ou ignorantes. Eles sentiam falta de lá porque a escravidão não era com todos, mas só com os mais endividados que era a maioria da população, como também a escravidão não era igual a escravidão dos negros no Brasil. Como você acha que eles conseguiriam fazer um bezerro de ouro no deserto se eram todos escravos como a escravatura no Brasil?
O grito de libertação dado pelos israelitas não concernia a questão de todos, mas como disse da maioria da população, a opressão a cada ano aumentava e o governo egípcio multiplicava cada vez mais os impostos a estes. O endividamento de muitos judeus era grande e mesmo que trabalhassem a vida toda não pagariam suas dívidas e foi isso que provocou o clamor pela libertação desta escravatura economicista e opressora. Deus prepara então Moisés.

A interpretação equivocada do contexto do livro de Êxodo pode nos trazer um grande transtorno. Porque se olharmos com uma visão dos dias de hoje sobre este texto antigo poderemos incorrer em vários erros interpretativos e criarmos as mais bizarras heresias. Por exemplo, muitos líderes se arranjam destes textos para inferir que o uso de ornamentos faciais e pedras preciosas são coisas do mundo, coisas do Egito. Em parte realmente são coisas do mundo porque até tudo o que temos de material são coisas do mundo: um carro, uma casa e uma moto são todos vaidades, ou seja, passageiro e um dia acabarão. Do mesmo jeito uma joia que alguém utiliza é do mundo, mas não do mundo de pecado e sim do mundo físico. Não confiem na balela dos que dizem que conhecem sem conhecer dos que defendem o que nem sabe que estão defendendo, estes são desocupados que gostam de fuçar a vida dos outros e ficar olhando os dedos das irmãs se estão pintados ou não. Falsos pastores que não sabem doutrinar com a Palavra e enchem o povo de medo de Deus por causa de grandes besteiras! Inclusive o gel em excesso que estes pastores passam nas suas cabeças para esconder a calvície e a velhice estão inseridos neste mesmo grupo! Hipócritas "Raça de víboras! Quem lhes deu a ideia de fugir da ira que se aproxima? Dêem fruto que mostre o arrependimento!”. (Mateus 3:7-8)

Professor Érick Freire

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Revelações sobre o que acontecerá em breve.

Vejam o vídeo do que acontecerá em breve no nosso país!

Professor Érick Freire.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Manifesto de um professor

Discurso do Professor Érick Freire na câmara municipal de Extremoz/RN em 16/08/2013.
Caros amigos e companheiros de luta, bravos professores, quando falamos em educação tratamos de um assunto ulterior a qualquer questão política e/ou estatal, portanto, esta permeia por vários fatores importantes e inicialmente quero impactá-los com dados da educação de um país que arrecada menos que o Brasil, por exemplo, a Espanha que não é uma grande potência econômica tem um PIB de cerca de 2,6 trilhões de reais, sendo que deste menos de um trilhão é arrecadado em impostos, enquanto o Brasil tem um PIB de mais de 6,5 trilhões de reais e arrecada mais de 2 trilhões e meio de reais em impostos. Na Espanha o professor tem salário mensal equivalente a R$ 8.000,00 para professores de educação básica, comparando o salário de um professor espanhol com o salário de um deputado espanhol, pasmem os senhores, o salário do deputado federal é menor, cerca de R$ 7.000,00. Falando da terra brasilis dá até vergonha, primeiro que o deputado brasileiro ganha um salário equivalente a cerca de R$ 27.000,00, chamados pelos japoneses de gatunos gordos. O professor brasileiro, coitado! Míseros R$ 1.600,00, ele, trabalhando o ano todo, não chega a 80% do salário de um deputado durante um único mês trabalhado, se é que é trabalhado. Não quero dizer com isso que devemos ter um salário como este de 27 mil, porque seria impossível para o erário brasileiro, mas desafio aos vereadores desta casa trocar de salário comigo e/ou com qualquer um destes diletos professores e auxiliares que trabalham labutarmente todos os dias úteis da semana e até em alguns sábados letivos! Nem sequer, estes, tem o direito a ajuda de custo, míseros R$ 120,00.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Lição 7: A Atualidade dos Conselhos Paulinos (Subsídio Exegético); Por: Cleiton Medeiros


Lição 7: A Atualidade dos Conselhos Paulinos (Subsídio Exegético)



 



Resta, irmãos meus, que vos regozijeis (χαίρετε) no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.

 

 

Filipenses 3.1

 

Aqui, no versículo um da carta de Paulo aos Filipenses, o apóstolo exorta aos irmãos de Filipos a se alegrarem no Senhor. O termo grego χαρά (chara) é o mesmo que encontramos na missiva aos Gálatas (Gl 5.22) com relação ao fruto do Espírito. Na epístola em que tudo podemos “naquele que nos fortalece” (Fp 4.13) podemos ver a importância da alegria na vida da comunidade que está ligada a Jesus Cristo.

O significado do substantivo da palavra em negrito é alegria, gozo, regozijo, deleite, prazer. Portanto, o verbo, que é o que está sendo usado, significa regozijar, alegrar, estar contente. É bom lembrar o que está escrito no Salmo 37.4:

 

Deleita-te também no SENHOR, e ele te concederá o que deseja o teu coração.

 

Atualmente - obviamente ignorando esse conselho de Paulo - nos deleitamos, temos prazer, gozo em coisas materiais e, até, espirituais, menos no Senhor. Quantos irmãos não correm de casa em casa esperando ouvir, através de profecias, uma solução para o seu problema, nada contra o dom da profecia, no entanto, a busca por conhecer a palavra de Deus, cultivar uma vida de intimidade com Deus pela oração e santificação é deixada de lado; num mundo em que todos querem as coisas prontas, muitos cristãos “desavisados” (falta de aviso não é), na era da internet, em meio à sociedade “fastfood” têm se tornado crentes sem parte do fruto do Espírito, falta-nos paciência, longanimidade e mesmo a alegria; queremos tudo instantaneamente, na hora ou, por não nos atender dentro de nosso próprio tempo, desvinculamo-nos d’Ele como se Ele saísse prejudicado. Temos que lembrar, que fomos escolhidos por Ele e, nessa escolha, fomos beneficiados. Deus poderia muito bem deixar a humanidade seguir seu próprio rumo sem intervir, como afirmam os deístas, mas por amor enviou seu Filho. Nos reconciliou.

Ainda há outros que o contentamento se baseia na prosperidade financeira, na cura, no cônjuge, nos filhos, nas bênçãos e não no abençoador.

Observe que a alegria (regozijo) perpassa por toda a carta escrita aos irmãos da cidade de Filipos. Ora se referindo a Paulo, ora a igreja, em mais de uma vez, somos aconselhados a nos regozijarmos no anúncio do evangelho (Fp 1.18), estando sob ameaça (Fp 2.17,18), pelo reencontro com um irmão (Fp 2.28) e, principalmente, no Senhor (Fp 3.1; 4.4,10).

Assim, temos que aprender a expressar a alegria do Senhor que nos faz sentir prazer n’Ele, na pregação do evangelho, na comunhão com o irmão e quando estivermos prestes a ser derramados.

 

 

Ir. Cleiton Medeiros


domingo, 11 de agosto de 2013

II E-mail de Paulo a Timóteo

Esta é a segunda das cartas (e-mail) fictícias que tratam de assuntos reais, atuais e verdadeiros que a Palavra condena, construídas com referências da Bíblia junto ao contexto atual, organizada e escrita pelo Professor Érick Freire.
Quem não concordar tem a liberdade de expressar-se, este é um direito constitucional!



Paulo escravo de Cristo, servidor incessante do Nosso Senhor a meu filho estimado na fé Timóteo, companheiro fiel a Palavra da verdade;

Amado Timóteo, como te escrevi, agora te retorno, desta vez para falar sobre os coveiros da fé, de homens perseguidores que demonstram piedade, mas em seus corações há rapina e desejo de serem adorados como deuses. Não pondere que estes são homens do mundo, pelo contrário, estes estão a frente de igrejas, pois hoje não há o controle do Espírito Santo como em nossa época, pelo contrário, se ajuntam em reuniões humano-administrativas para escolher primeiro os apadrinhados, depois os que tem representação social e também aqueles que fazem a igreja render mais dinheiro, mesmo que estes desviem do erário da igreja.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Lição 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor, 11 de agosto de 2013, Plano de Aula: Professor Érick Freire.

Plano de Aula
Lição 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor


Objetivo: O alunos após a aula deverá compreender que a Bíblia é o parâmetro para todo cristão, inclusive os obreiros e que estes têm o modelo paulino de liderança, como também e principalmente o modelo de Cristo, que vemos nos discípulos de Paulo como Timóteo e Epafrodito.

domingo, 4 de agosto de 2013

Lição 6: A fidelidade dos obreiros do Senhor (Subsídio Exegético); Por: Cleiton Medeiros


Lição 6: A fidelidade dos obreiros do Senhor (Subsídio Exegético)

 

 


E espero, no Senhor Jesus, que em breve vos mandarei (πέμψαι) Timóteo, para que também eu esteja de bom ânimo, sabendo dos vossos negócios.

A este, pois, espero enviar (πέμψαι) logo que eu tenha visto como há de ser o meu caso;

Julguei, contudo, necessário mandar (πέμψαι)-vos Epafrodito, meu irmão (ἀδελφόν), e cooperador (συνεργόν), e companheiro (συστρατιώτην) nos combates, e vosso enviado (ἀπόστολον) para prover às minhas necessidades;

Por isso, vo-lo enviei (ἔπεμψα) mais depressa, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza.

 

 

Filipenses 2.19,23,25,28

 

No presente artigo, separamos algumas palavras que expressam o serviço de Timóteo e Epafrodito, inclusive uma delas, “apóstolo” (ὁ ἀπóστολος), a qual traz certa polêmica e até confusão no círculo cristão porque poucos conhecerem seu sentido. Portanto, atualmente, notamos alguns se autointitulado apóstolos e outros limitando ou, simplesmente, desprezando o uso do termo. Todavia, é importante nos situarmos em relação ao uso das palavras aqui destacadas para não incorremos em vãs discussões e demonstrar, aqueles que se colocam acima dos outros, a verdadeira função daquele que é cooperador, companheiro e apóstolo.

Comecemos com a palavra que aparece com mais frequência entre os versículos que separamos:

 

Πέμπω (pempô): na versão ARC, este verbo grego é traduzido pelo seu sentido mais básico, sem deixar a desejar. Seu significado é mandar (não no sentido de dar uma ordem em si), enviar. Aparece na conjugação aoristo infinitivo πέμψαι (pempsai) e no aoristo passivo ἔπεμψα (epempsa).

 

Ὁ ἀπόστολος (ho apóstolos): o significado do termo que é bem simples: delegado, enviado, mensageiro, despachado. Porém, apesar de ser simples, gira certa polêmica em torno dela. No entanto, não examinaremos minuciosamente versículo por versículo. Abordaremos superficialmente para que tenhamos apenas uma impressão do que tal palavra pode expressar dentro da Bíblia. Tanto Timóteo, quanto Epafrodito, entre outros, eram apóstolos no sentido que chamado de lato (I Ts 1.1;2.6,7; Fp 2.25), se é que havia tal distinção  entre os irmãos/apóstolos da igreja emergente. O próprio Jesus foi enviado (aoristo de ἀποστέλλω - apostéllô) por Deus (Jo 3.17).

Vejamos o que diz uma nota do versículo um, capítulo um, da Carta aos Romanos na BJ:

 

“Este título, de origem judaica, que significa “enviado”(...), no NT ora é aplicado aos Doze discípulos escolhidos por Cristo (...), ora em sentido mais lato, aos missionários do Evangelho (...). Não obstante Paulo não tenha sido incorporado ao grupo dos Doze, é apóstolo singular porque Cristo ressuscitado o enviou aos pagãos (...) que em nada fica devendo aos Doze...” (BJ, p. 1995).

 

 Alguns tentam separar o sentido da palavra apóstolo de missionário. Temos que lembrar que o termo “missionário” tem sua origem no latim. O uso do latim impera na igreja a partir do período que denominamos “Idade Média”. O engraçado, é que alguns grupos, que muitas vezes falam contra o uso da Teologia na igreja, tem procurado sistematizar uma doutrina bíblica, teologizar em torno do termo “missionário” a parte da palavra apóstolo. Não sou contra o uso da palavra missionário. Mas, biblicamente falando, não podemos isolar um termo do outro como tentam alguns ao afirmar que Paulo tinha os dois dons, o de apóstolo e o de missionário.

Na nota da Bíblia de Jerusalém podemos ter uma noção da função apostólica em seu sentido lato.  A palavra apóstolo é a melhor palavra para exprimir a nossa ideia de missões ou apostolado.

 

 

Ὁ συνεργός (ho synergós): cooperador, cobreiro, trabalhar com, ajudador. Timóteo e Epafrodito são assim chamados por Paulo (Rm 16.21; Fp 2.25). Na obra do Senhor não existe alguém que trabalhe isoladamente do outro, pelo contrário, precisamos um do outro para que o Senhor realize sua obra em nós e através de nós. Interessante é que no trabalho em Deus, Paulo, não considera Timóteo e Epafrodito apenas membros, sócios ou afiliados da igreja, mas irmãos (I Ts 3.2; Fp 2.25). O Espírito Santo revela através das palavras de Paulo, o relacionamento que temos que ter com nossos companheiros de lutas. O amor fraternal tem que estar presente em nossos corações ao ponto de considerar quem está ao nosso lado um irmão.

 

Ὁ συστρατιώτης (ho systratiôtês): literalmente co-soldado; porém algumas versões trazem companheiro de lutas, companheiro de armas e alguns traduzem como companheiro de farda. Quem entende um pouco de militarismo sabe que em combate dependemos um do outro para sobreviver e vencer. Epafrodito estava ao lado de Paulo em uma luta que ambos não podiam ignorar a necessidade de ajuda do outro. Paulo precisava dos recursos trazidos por Epafrodito e este precisou do apoio do apóstolo quando esteve enfermo.  A baixa de um soldado no campo de batalha acarreta em tristeza, sobrecarga, mais atenção, menos tempo de descanso e, até, nos deixa mais vulneráveis, pois ficamos sem a cobertura necessária em uma investida.

 

 

Ir. Cleiton Medeiros

Liçao 6 - A Fidelidade dos Obreiros do Senhor, 11 de agosto de 2013. Subsídio: Professor Érick Freire.

“Pois todos buscam seus próprios interesses e não os de Cristo Jesus”. (Fl 2:21-NVI)

Nesta semana estaremos tratando de um assunto deveras polêmico, aqui sairão duras críticas aos líderes cristãos, também estarei falando de forma generalizada, quer quiser achar ruim que ache, sabe por quê? Eu não estou nem aí! Quando falamos todos, as pessoas dizem, “irmão, você está errado, diz todos, isto é generalizar!” Pois é, aprendi com Paulo, eles diz que todos buscam seus próprios interesses e sabemos que a natureza humana é a mesma, buscam seus interesses e além do mais tiram vantagem sobre as outras pessoas!
Paulo estava preocupado com a igreja de Filipos, precisava saber como ela estava realmente, mandaria ele alguém de sua inteira confiança, Timóteo. Este era o “pupilo” ou tutorado que Paulo mais tinha carinho e por isso o mandaria a igreja que ele tinha mas amor, Filipos. Preocupava-se com o ânimo dos irmãos filipenses, com a sua situação espiritual, jamais colocaria nesta igreja alguém relapso, alguém que não se dedicasse a Palavra. Sua inteira disposição em servir era refletida em Timóteo. No verso 20 ele diz que ninguém se preocupa mais com estes irmãos que Timóteo.

I E-mail de Paulo a Timóteo

Esta carta (E-mail) é fictícia e serve para dar suporte a próxima lição da EBD, pois fala sobre a posição de alguns obreiros da igreja brasileira, se você quiser criticar a postagem fique à vontade no espaço de comentários:

Paulo, servo de Jesus Cristo.
Que a graça e a paz do nosso Senhor esteja contigo meu filho Timóteo. Escrevo-te agora por e-mail, uma ferramenta facilitadora de comunicação, como também estarei postando em seu mural no facebook o que irei te dizer agora:
Outrora te escrevi por epístola, mas agora te escrevo em tempo real para ratificar tudo o que te ensinei.
Sei que és um servo fiel e um obreiro de valor, mas te retorno  agora para orientar acerca da igreja cristã brasileira; dou graças ao nosso Pai celestial que por sua graça nos concedeu conhecer uma igreja formada por consequência do nosso serviço e sacrifico além Macedônia, lembro-me quando há quase 2 mil anos te recomendei a igreja filipense juntamente com nosso piedoso irmão Epafrodito, como também a carta de que te enviei em Éfeso.
Naquela época passávamos por um grave problema de obreiros que 'estudavam' a Lei para impor seus fardos, usavam-na para disputar entre si quem sabia mais, criavam heresias e confusão na mente dos incautos.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Abrindo "aspas": Silas Malafaia na Moral.


Meu parecer acerca do programa na moral:


Após assistir todo o programa de hoje, pois queria ver como se comportariam todos diante de Silas Malafaia, não fiquei decepcionado!
Apesar de não concordar com muitas atitudes do Silas, hoje tenho de tirar o chapéu para ele, primeiro porque foi autêntico como sempre, segundo porque não ficava calado diante de absurdos ditos, terceiro os participantes não amarram o cadarço do conhecimento que ele tem, quarto ele teve uma posição filosófica e ideológica bem equilibrada, só fazendo-se entender por Bial. Quinto, até a globo teve de dar mais tempo pra ele, ele dá audiência (risos)!


Entrando na crítica ideológica do "Na moral":


1. O interesse da globo é despertar uma babel, para isso fará sempre um programa mais ecumênico do que laico;
2. O programa é alimentado por uma ideologia relativista cultural, "uma moral geral, formadas por morais próprias";
3. Sempre que alguém que tem um pouco de conhecimento a mais que os outros se sobreporá, espero que seja sempre um cristão protestante;
4. Nem sempre a resposta mais centrada é a mais aceita, mas o que culturalmente é interposto tem maior força, desejos políticos se sobrepõem sobre ideologias e filosofias utopistas;
5. Os cristãos evangélicos foram os religiosos mais perseguidos na história do Brasil, hoje nos vêem com outros olhos, sabe por quê? Pelo simples fato de que alguns de nós estuda um pouco mais que a média geral!
6. Na moral, as vezes é amoral.
7. Se dircorda dê sua opinião aqui abaixo!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Lição 5 - As Virtudes dos Salvos em Cristo, Plano de Aula: Professor Érick Freire.

Plano de Aula
Lição 5 – As Virtudes dos Salvos em Cristo

Objetivos: O aluno após a aula deverá estar consciente que precisa edificar sua vida, pois apesar de salvo em Cristo necessita de exercitar sua fé sem contendas e divisões e esta é a maior virtude.
1º Momento: Cumprimente os alunos e logo depois pergunte se eles já ouviram falar em predestinação (espere comentários durante uns 30 segundos) depois também pergunte se eles sabem o que é livre-arbítrio.
Obs. Nesta dinâmica não temos pretensão alguma de condenar nenhuma das linhas de pensamento sobre o tema como fez o autor da lição em seu livro texto de auxílio* para os professores, acho demasiadamente desinteressante e até contraditório excluir uma das linhas, a tachando como condenável, já que um dos assuntos da própria leitura bíblica que efetuamos no início da lição vai contra estas contendas, por isso concluo que o pastor Elienai Cabral teve uma posição (assembleiana) infeliz na introdução do capítulo 5 de seu livro.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Lição 5 - As Virtudes dos Salvos em Cristo, 04 de agosto de 2013. Subsídio Professor Érick Freire. Parte II



"Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão.E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós. E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo”. (Filipenses 2:15-18)

No subsídio anterior nos atemos a falar acerca das concepções da salvação, apesar de que os versos 12 a 14 não só tratam deste assunto, mas se aprofunda em tantos outros temas, mesmo assim não serei prolixo para comentar estes outros aspectos, mas discorrerei a partir dos versos acima citados destacando algumas expressões: